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Alexandre Carlo

Alexandre Carlo: figura fundamental da música contemporânea do país. Frontman da banda Natiruts (reggae/pop/mpb), reconhecida dentro e fora do Brasil e o resto você já sabe e vê por aí…. Esqueça isso e conheça o Alexandre Carlo que resolveu mostrar, em forma de disco solo, que suas paixões musicais vão além da sonoridade da Jamaica.

A música brasileira e a americana dão o tom ao álbum Quartz (Sony Music). Em sua casa, em Brasília, a estante de discos é variada. Eles são divididos por ordem alfabética e não por estilo. A mistura de Jorge Ben, Djavan e Gilberto Gil com Michael Jackson e Steve Wonder serviram de matéria prima para as dez faixas de seu novo trabalho. O rhythm & blues contemporâneo – surgido nos anos 80, quando os músicos dos EUA passaram a misturar batidas de disco com soul, funk e rap e levaram o estilo ao mainstream – é a base. Mas é claro que a brasilidade também fala alto e o resultado é uma mistura deliciosa da black music com samba, o sotaque das cidades satélite de Brasília.

Quartz começa em clima de big band, com um convite para dançar no clima romântico de “Comment Alles Vouz”.

O rap traz à tona o lado paulistano de Alexandre e aparece em duas faixas. Rashid entra para rimar na segunda música, “Last Night”, um R&B de pegada disco. Outro rapper de peso, Projota, solta os versos na última faixa, “Chelly”.

A festa black segue com mais convidados especiais: Ellen Oléria, sua conterrânea, maravilhosa, vencedora do The Voice Brasil 2013, aparece em “Te Beijar”.

Mais uma figura ilustre de Brasília está na faixa “Só a Gente Sabe”. Caê du Samba, irmão de Alexandre, e segundo ele “o que canta melhor em casa”. Como já é de se esperar, o samba entra em cena aqui e também na faixa “Tava com Saudade”.

O baixista do J. Quest, PJ, assume as quatro cordas da faixa “Eu vim aqui”. E se for para ficar numa relax, numa boa, dê o play no forró pop “Cabelo de Cachoeira”, tema do próximo clipe.

A concepção do disco começou na mesma época em que Alexandre saiu de São Paulo e voltou a morar em sua cidade natal, após o lançamento do acústico do Natiruts. O clima da capital federal entrou em pauta na sonoridade. “No entorno de Brasília tem muita música Black”, conta.

Alexandre gravou 60% do disco em casa e produziu ao seu modo. Aperte o play, prepare um drink e conheça mais uma vertente musical deste ídolo nacional.

Acompanhe o Alexandre Carlo!

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